domingo, 8 de dezembro de 2013

Derrepente...







Derrepente...

E foi assim tão derrepente...
Voce chegou e sem nada me dizer
Já fazia parte de todo o meu viver...
Sem porque, nem pra quê... foi somente voce!

Talvez por causa de tudo, ou quem sabe por causa de nada
Me fez sentir calada...amada... e por vezes até abandonada!

Que és tu, divino ser? Tens a Lua esplendorosa como amante...
Tens o Sol em volta de ti...e já brilha no meu céu...meu céu que já é teu!
E quando chega a noite...te deixo ser a minha estrela...que vem iluminar todos os sonhos meus!

Su

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