Janelas da Alma
São janelas por onde vejo
As bocas que se calam
Braços que não me abraçam
Corações que não me sentem
Pés que não me alcansam
Sinto um caminho que não me leva
Um lugar que talvez eu nunca chegue
São pedras onde apenas tropeço
São espinhos sem o perfume da rosa
É poesia sem alegria, verso sem prosa
Luz pequenina querendo se acender
Janelas da minha alma que me aprisionam
De onde apenas te vejo, e nada posso fazer
Su

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